Imagem retirada da Internet
Não há amor como o primeiro.
É o defeito das frases feitas: quando as ouvimos, fazem sempre muito sentido, mas, quando testadas contra a realidade, perdem todo o significado, espalham-se ao comprido e revelam-nos toda a sua inconsistência.
Se eu duvidasse do que atrás disse, há seis exactos anos que essas dúvidas se teriam dissipado. O momento do nascimento dum segundo filho, é um momento de multiplicação e não de divisão. Os sentimentos, a atenção, os cuidados, as preocupações, as alegrias, as conquistas... Nada disso se passa a dividir por dois, é precisamente o seu inverso: tudo isso passa para o dobro.
Está exposta a falácia: há amor como o primeiro. O segundo, por exemplo.
Parabéns Sara.